quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A historinha!

É difícil, de certa forma, pra mim, explicar de onde surgiu essa história que está chegando ao fim. Bom, o conto (não sei se é assim que deve ser chamado) "Um Belo Dia..." surgiu como surgem outros tantos. Tenho uma imaginação que viaja e nem precisa de muito estímulo para isso. Na verdade, acho que crio mentalmente várias histórias do mesmo estilo dessa, diariamente. Só não vão para o blog por preguiça mesmo.
Costumo me comparar a um personagem de desenho que marcou muito minha infância: o Bob. O desenho se chama "O fantástico mundo de Bob" e eu me criei assistindo ele. Sim, quando perdia aula por causa da asma eu ficava em casa assistindo. Adorava o desenho e eu me considero um "Bob" da vida real. Eita imaginação fértil essa minha...hehe.
Enfim, e foi assim que surgiu o conto. Claro, outros fatores influenciaram, como sonhos que eu tenho, mas isso eu não vou pormenorizar.
Então, num belo dia, voltando de uma viagem que fiz para visitar meu pai, uma dessas tantas histórias que nascem dentro da minha cabeça, me fez, em um impulso, iniciar a "historinha", como apelidei. Engraçado que eu estava escrevendo a 1ª parte e já tinha decidido que seriam sete, mas sem nem saber como continuar depois.
E ela foi indo, meio "aos trancos e barrancos", mas foi indo e agora resta apenas a última parte. Confesso que eu já escolhi o final e o enredo que vai estar no último capitulo, mas ainda não consegui ligar bem os acontecimentos. Logo, vou deixar maturando as ideias mais alguns dias.
Estou escrevendo isso mais como uma justificativa para quem acompanhou a história. Acho que tenho muito que evoluir ainda. Minha narrativa ainda é fraca e isso é só a minha opinião. Adoro receber os elogios que escrevem nos comentários, mas eu sou mais rígido um pouco comigo...hehe.
Enfim, sei que preciso evoluir em muitos elementos, detalhar mais a história foi uma coisa que tive grande dificuldade. Mesmo assim, para uma primeira experiência, assim de colocar no "papel", uma das tantas histórias que nascem aqui nessa mente maluquinha, acho que foi razoável. Ah, sim, para quem lembrar dos outros contos, como o do "Menino" e "A Vingança", me refiro a algo assim mais longo, dividido em algumas partes.
Enfim, espero que quem vem acompanhando tenha realmente gostado e peço que indiquem os pontos que não gostaram. Acho que assim é a melhor maneira de evoluir. E prometo o último capítulo para os próximos dias.

Então até lá! =)

Abraços!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Um belo dia... - O e-mail (6/7)

Mal Rafael havia saído do elevador, no 3º andar do prédio onde ficava a empresa de seu pai, e já foi abordado pelo amigo Denis.

- Pô, Rafa! Que aconteceu contigo cara?

- Bom dia pra ti também, Denis! - respondeu com um tom irônico.

- Ah, bom dia, mas é que eu tava preocupado.

- Tudo bem e respondendo sua pergunta, tá tudo bem comigo. Apenas me atrasei. Acontece! - Rafael parecia irritado, talvez decepcionado, mas o sentimento não tinha nada a ver com as perguntas de Denis. Estava assim por causa do sonho da noite anterior.

- Então, foi bom você chegar, Rafa. O Lúcio Miranda já ligou várias vezes perguntando de ti e falando se a reunião tava confirmada pras 10hs. Eu não confirmei ainda. Afinal, tu não aparecia, não atendia o telefone...

- Ahh... já tinha esquecido disso. - Rafael olhou no relógio e viu que já passava das 9h30. Pediu então ao amigo - Cara, faz o seguinte, preciso de um favor. Liga pro escritório dele, confirma a reunião e diz que eu encontro ele no lugar combinado. Fico te devendo essa. - afirmou dando meia volta e se dirigindo novamente ao elevador.

- Tá beleza cara. Vai lá. Boa sorte! - Denis mal havia se despedido e o amigo entrou no elevador e foi embora. Ele aproveitou que estava na entrada do escritório e chegou mais perto da mesa onde sentava a secretária. Érica, "uma loira de parar o trânsito", como sempre ele dizia. Ao chegar próximo da moça, puxou assunto e por ali ficou. Fazia questão de paquerar a bela secretária, que volta e meia dava corda à imaginação de Denis.

Estava ali, tão envolvido na conversa com Érica, que levou um susto quando Márcia chegou.

- Oi Denis, posso falar com o Rafa?.

- Márcia... que surpresa é essa!? - respondeu enquanto se virava para falar com a noiva do amigo. Ele estava surpreso e um tanto sem graça.

- Pois é. Queria fazer uma surpresa pro Rafa. To com saudade dele.

- Bom, ele saiu não faz muito. Tinha uma reunião, mas acho que não deve demorar muito. Acho que você pode esperar na sala dele.

-Ah, que bom...vou esperar lá então. - falou já se dirigindo para o escritório de Rafael.

Márcia realmente estava com saudades do noivo. Afinal, desde que começaram a namorar, não era muito comum ficar muito tempo sem se ver. Também estava preocupada, já que Rafael parecia confuso e preocupado nas últimas vezes que conversaram. Queria ver o que estava acontecendo.
Entrou na sala do noivo e sentou em frente ao computador. Ficou ali lendo qualquer coisa na Internet até que resolveu ler os e-mails de Rafael. Era ciumenta e volta e meia discutiam por causa disso.
Foi então que ela viu o nome do remetente de um dos e-mails não lidos. Lembrava do nome da ex-namorada de Rafael e não se conteve. Resolveu ver o conteúdo.

"Oi Rafa, tudo bem?

Olha só, sei que não deveria fazer isso, porque vi o anel no seu dedo. Mas desde que nos encontramos aquele dia não consigo mais raciocinar direito. Queria te encontrar pra gente conversar sobre isso. Tenho certeza que você também está sentindo algo. Espero que a gente possa se ver. Se você concorda com a ideia, me encontra amanhã lá no café de novo. Pode ser depois que tu sair do trabalho.

Beijinhos da Julia!"

Márcia ficou enfurecida. Não só com o e-mail, mas por Rafael não ter lhe contado que tinha reencontrado a ex. Tentou se controlar, pensar o que fazer e chegou a uma conclusão. Não iria deixar Rafael ver o e-mail. Abriu novamente a mensagem e clicou em responder.

"Oi Júlia.

Combinado então. Também acho que precisamos conversar. Amanhã, no mesmo café onde nos encontramos aquele dia. Chego lá por volta das 17h30.

Beijo.

Rafa!".

Enviou a resposta e tratou logo de apagar a mensagem original e a que tinha enviado. Decidiu que iria encontrar Julia e tirar aquela história a limpo. Terminou a "limpeza" no e-mail e voltou às notícias da Internet...



CONTINUA...


PS.: para quem não recorda ou simplesmente não leu, abaixo estão os links para os "capítulos" anteriores!


http://mrgomelli.blogspot.com/2010/06/um-belo-dia-o-reencontro-17.html


http://mrgomelli.blogspot.com/2010/07/um-belo-dia-confusao-nela-27.html


http://mrgomelli.blogspot.com/2010/08/um-belo-dia-ele-sonhava-com-isso-37.html

http://mrgomelli.blogspot.com/2010/09/um-belo-dia-musica-47.html

http://mrgomelli.blogspot.com/2010/09/um-belo-dia-o-susto-57.html

domingo, 3 de outubro de 2010

O Dia dos Bobos!

E chegou o dia. O nosso dia. O dia dos bobos e olha que não é 1º de abril hein.

Sim, pois só me resta essa conclusão: os políticos nos tiraram para bobos.

Passaram-se semanas, talvez meses, de propaganda política. Eles invadiram nossa vida. Na TV, no rádio, na Internet, nas ruas, em todos os lugares. Vídeos, músicas, panfletos, cartazes, promessas, promessas, promessas, promessas...

Eu estava imaginando uma coisa esses dias. Como seria uma escola de políticos? Acompanhem meu raciocínio. Em uma escola normal, as disciplinas são: matemática, português, ciências, biologia, história, geografia etc. 
Pois bem, na escola de políticos que eu estava imaginando, acredito que as disciplinas seriam: aula de mentiras, de promessas, de como dar aquele sorriso falso que parece verdadeiro, de pegar criança no colo e fingir que está adorando e por aí vai.
Porque é incrível como eles todos fazem as mesmas coisas. Parece um bando de robozinho, tudo igual e pior de tudo, é que tem gente que acredita no que eles falam.

Eu confesso que várias vezes me sentei na frente da TV para assistir ao horário político, mas não foi para avaliar as propostas, nem tão pouco escolher meus candidatos. Foi por diversão mesmo. Sim, porque é hilário ver eles prometendo mundos e fundos. E eles fazem isso com uma naturalidade incrível.

Uma coisa aconteceu na quinta-feira que mostra muito bem isso que eu estou falando. Na quinta aconteceu o último debate para os presidenciaveis. O debate ia rolando e eles lá, prometendo, prometendo, prometendo. Acontece que eu sigo no twitter uma jornalista de política aqui do estado, que eu admiro muito. Ela com certeza entende muito mais de política do que eu. Pois bem, lá pelas tantas elas escreveu isso aqui no twitter: "Só para bancar o que esses candidatos prometeram no debate da Globo são necessários recursos de uns 20 orçamentos anuais".

Vejam vocês. 20 (VINTE) orçamentos anuais. E pior que teve muita gente acreditando em tudo que eles falavam.

Mas pior que acreditar nisso, é saber que o candidato mais bizarro (e olha que são muitos nessa categoria) dessa eleição, esta liderando as pesquisas no estado e no seguimento ao qual está concorrendo. Sim, acreditem se quiserem, mas o Tiririca, um cantor/humorista/palhaço, que por sinal é analfabeto, é o líder das pesquisas para deputado federal no estado de São Paulo. Aí, quando a população do estado mais rico do país escolhe alguém como ele para ser o mais votado, nós vemos que essa eleição não passa de uma grande brincadeira. E os protagonistas somos nós, os bobões da corte.

Nessa eleição, muito candidatos se saíram com a seguinte frase: "vote em mim, pois sou ficha limpa". Ah, peraí. Ser ficha limpa não é algo para ser anunciado como grande feito. Isso é obrigação. A partir do momento que eles anunciam isso como um grande feito, é porque está tudo, DEFINITIVAMENTE, errado.

Ah, outra coisa absurda. Dizem por aí, que essa eleição é a demonstração da força da democracia que reina em nosso país. Mas por favor . Se a democracia é tão forte assim, porque o voto é obrigatório? Se o processo fosse tão salutar, tão digno, tão importante, tão satisfatório para a população, não precisaríamos ser forçados a participar dele.

Eu não vou votar neste domingo. Me recuso a participar dessa comédia que se anuncia como um grande fato na história do país. Eu me recuso a apoiar essas pessoas que não ajudam em nada o país. E quando ajudam, fazem como se estivessem nos fazendo um favor. Sim, porque é incrível a má vontade para votar projetos de relevância para o povo, mas quando se trata de aumento para eles, a votação é vapt-vupt.


Enfim, acho bom eu ir terminando por aqui antes que passe dos limites. Eu só acho lamentável ver isso tudo acontecendo. Mas que nada, tem gente que adora isso. Pessoas que acreditam em tudo que eles falam e pior que isso, tem gente que briga para defender esses políticos.

Por isso que eu repito. Parabéns a todos que vão participar deste circo hoje. Votem conscientes, pois eles não tem consciência nenhuma. Roubam o dinheiro público e dormem muito bem depois, sem remorso. Por isso, vamos passar um belo domingo e comemorar nosso dia. 03 de outubro de 2010, o Dia dos Bobos!

Até a próxima.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Lamentável!

Como escrevi em um texto que está um pouco mais abaixo, tive que fazer uma viagem para Porto Alegre no início deste mês. Mas hoje não quero falar nada sobre a cidade ou sobre o concurso que fui fazer, venho falar sobre algo que aconteceu no ônibus, durante a longa viagem, e que me incomodou bastante. Vamos aos fatos...
Durante as longas nove (eu disse NOOOVE) horas de viagem até Porto Alegre, tive a oportunidade de ouvir uma conversa um tanto conturbadora, em diferentes sentidos. 
Em um ônibus que esteve cheio durante todo o percurso, eu acabei me alocando em uma poltrona no fundo do carro. A minha direita, logo atrás de mim, em um ângulo diagonal, para ser mais preciso, acabaram sentando um jovem e um outro homem com farda da polícia militar.
Pois bem. O primeiro fato que incomodou, foi que eles conversaram o tempo inteiro. Nas primeiras três horas, nem me incomodei, pois estava com os fones de ouvido e nem ouvia nada. Porém, quando acabou a bateria do MP4, tive que acompanhar o diálogo. E foi aí que me senti bem incomodado. Como pode duas pessoas falarem sem parar durante horas? Coisa mais chata. Ainda se fosse em um local propício para isso (se é que existe esse local), mas num ônibus!?! Sabe-se muito bem que muitas pessoas gostam de dormir ou tenta relaxar, ou pensar na vida. Sei lá. Só sei que a conversa deles, talvez até por estarem tão próximos a mim, incomodou bastante.
Mas isso ainda não foi o mais grave. Pelo menos não na minha forma de pensar e explicarei o porquê disso.
Os assuntos dois eram basicamente sobre carros e sobre festas. Esses temas sempre envolvendo questões que levavam à abordagem por policiais. Pois bem. O que me preocupou foi o seguinte assunto. Em certo momento, o jovem tocou no tema "dirigir após tem ingerido bebidas alcoólicas" e para minha surpresa, no meio dos comentários, o policial militar saiu com essa frase: "ah, mas é normal o cara tomar um traguinho e dirigir. Todo mundo faz isso. Só não pode exagerar". E os dois foram seguindo no assunto e o policial falando coisas do tipo, ou seja, influenciando uma atitude completamente errada.
Tudo bem que muita gente realmente faz isso, mas no momento em que vivemos, onde as campanhas de conscientização são frequentes, ouvir um policial militar falar este tipo de coisa, me deixou bem preocupado. Ele falou, inclusive, que já "deixou passar" alguns casos em que o motorista estava embriagado.
Vejam bem, eu sei que é difícil controlar isso, mas é inaceitável que a pessoa que trabalha no combate a este e aos demais tipos de delitos, fale algo aceitando este tipo de comportamento. Um policial militar não pode incentivar um jovem a ter um comportamento que foge de tudo aquilo que vem sendo feito para diminuir o número de mortes no trânsito.
Mas o pior, é que muito provavelmente, a maioria dos policiais pensa e age da mesma forma. Então, de que adianta fazer campanhas de conscientização ou ameaçar punições, se os responsáveis pela fiscalização não vão cumprir com suas obrigações?
Pois é, depois não sabem porque o número de acidentes e de mortes no trânsito nunca diminui. Só digo uma coisa: Lamentável!

Até a próxima!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Um belo dia... - O susto (5/7)

Márcia olhava para o rapaz alto, encostado no balcão do bar e que fingia gostar da festa. Via, porém, que ele tentava apenas fazer companhia ao amigo. Ficou assim, apenas observando o jovem de cabelos castanhos por algum tempo. "Ele é bonito", pensava ela ao mesmo tempo que se interessava em saber o porquê de tamanha falta de animação. Depois de algum tempo tomou coragem e foi até ele.

- Oi! - disse enquanto sorria para ele.

- Oi, tudo bem?

- Tudo sim... eu me chamo Márcia e você?

- Rafael... - Ele parecia um tanto surpreso com a iniciativa da jovem.

Aos poucos, porém, conforme a conversa ia avançando, Rafael ia se soltando e gostava da companhia da jovem de cabelos negros, pela altura dos ombros. Márcia tinha traços exóticos. "Uma beleza diferente", pensou Rafael. Já havia visto ela pelos corredores da faculdade e gostou que ela tivesse vindo até ele naquela festa. Já fazia cerca de um ano que Julia tinha ido embora e Rafael não conseguia esquecer a ex.

- Adoro essa música...vem, vamos dançar - disse Márcia, puxando Rafael pela mão.

- Mas quem disse que eu sei dançar?!? - respondeu sorrindo.


- Não importa - disse ela já abraçando Rafael, que ficou encantando com o jeito "espoleta" de Márcia. "Parece tão alegre", pensou ainda enquanto começava a dançar. 


E foi assim, em uma noite de inverno, ao som de "Amigo Apaixonado", de Victor e Leo, que Rafael e Márcia se beijaram pela 1ª vez. Um beijo demorado, com paixão. E isso estava correto. Os dois haviam se apaixonado. 
Depois disso, em algumas semanas estavam namorando e ele ficou feliz com isso. Não tinha tirado Julia completamente dos pensamentos, mas Márcia, definitivamente, estava lhe fazendo bem. Ela, sempre muito dedicada, fazia de tudo para agradar Rafael, que também era muito dedicado ao namoro. Eram tão entrosados, que até o toque do celular era o mesmo, justamente a música do 1º beijo.
Quando completaram dois anos de namoro, Rafael pediu Márcia em casamento e ficaram noivos. Isso foi apenas dois meses antes dele reencontrar Julia.

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Aos poucos Rafael foi reconhecendo a música que o atormentava e não permitia que ele escutasse o que Julia falava. Era o som que tocava quando beijou Márcia pela 1ª vez. "Mas porque essa música tá tocando aqui, justo agora?", pensou ele, ainda olhando para a imagem de Julia a sua frente. Imagem esta, que parecia estar um pouco desfocada agora. Ele não entendia o que estava acontecendo. 


O volume da música só aumentava e agora parecia estar dentro da cabeça dele.  Cada vez mais alto...


Rafael abriu os olhos. Assustado!


Olhou para o lado a procura de Julia. A TV ainda estava ligada e sob a almofada, o celular tocava sem parar. Mais assustado ainda ficou ao olhar no relógio e ver que já passava das 9h da manhã. Estava atrasado para o trabalho e por isso estavam ligando da empresa. Sentou no sofá, levou as mãos ao rosto e ficou pensando por alguns instantes. Ainda estava confuso. Tinha adormecido no sofá, disso agora tinha certeza, e ficou triste ao perceber que tudo não passara de um sonho...



CONTINUA...

PS.: para quem não recorda ou simplesmente não leu, abaixo estão os links para os "capítulos" anteriores!


http://mrgomelli.blogspot.com/2010/06/um-belo-dia-o-reencontro-17.html

http://mrgomelli.blogspot.com/2010/07/um-belo-dia-confusao-nela-27.html

http://mrgomelli.blogspot.com/2010/08/um-belo-dia-ele-sonhava-com-isso-37.html

http://mrgomelli.blogspot.com/2010/09/um-belo-dia-musica-47.html